Exemplos de Igrejas
que Já Entraram No Processo
de Adotar Um Povo

Não existe um determinado "padrão" ou uma seqüência "aprovada" para sua igreja selecionar o povo que vai adotar. Deus tem dado muita criatividade a seu povo e cada igreja é diferente. Aqui estão alguns exemplos dos passos dados por algumas igrejas que entraram no processo de adotar um povo.

A uma igreja presbiteriana independente em São Paulo selecionou o povo árabe da Tunísia. Num domingo de manhã o conselho missionário apresentou para a igreja a idéia de adotar um povo não alcançado. Como primeiro passo na seleção do povo foram apresentados para a igreja 6 países com uma percentagem evangélica abaixo de 1%. Através de uma votação da qual toda a igreja participou o país da Tunísia foi escolhido. O conselho considerou depois os povos dentro da Tunísia. Entre os vários povos (bérberes árabes beduínos) o conselho após um tempo de oração escolheu o povo árabe. Uma cerimônia de adoção foi realizada no culto de domingo a noite e a igreja comunicou sua adoção ao Centro de Investigação e de Informação de Adoção de Povos.
Uma igreja no Rio de Janeiro escolheu os beduínos da Jordânia. O interesse por esse povo teve início com a chamada de um casal da igreja para o mundo muçulmano. O conselho missionário considerou vários povos muçulmanos do oriente médio. Descobrindo que a OM (Operação Mobilização) já tem trabalho na Jordânia e que haveria possibilidade do casal integrar uma equipe de obreiros nesse país o conselho sentiu o desejo de adotar os beduinos da Jordânia. Como conclusão de um "Domingo de Missões" a proposta de adotar esse povo foi apresentada para a igreja e aceita com bastante entusiasmo.

No manual Adote Um Povo constam uns 120 povos na América Latina. Aí cada um dos 12 membros do conselho missionário leu sobre 10 povos e escolheu um: agora havia 12 candidatos. Durante a conferência missionária anual as descrições desses 12 povos foram impressas e colocadas em exposição num painel. Ao lado do painel havia uma urna e cédulas para votação. Durante a conferência missionária os participantes leram as descrições dos 12 povos e votaram colocando seu voto dentro da urna.

No final da conferência os votos foram contados e o povo (tremembé) anunciado. Um detalhe: se não houvesse pelos menos 51% dos participantes da conferência votando eles entenderiam que não houve interesse suficiente por parte da igreja em assumir o compromisso de adotar um povo.

A Igreja Presbiteriana Independente de Maringá adotou a tribo tremembé do Brasil. Aqui o envolvimento da igreja como um todo foi muito interessante. Primeiro a igreja foi pesquisada sobre a região do mundo (América do Norte América Latina Europa Oriente Médio África Ásia Ásia Central Pacífico) que eles queriam focalizar para adotar um povo. A igreja escolheu a América latina.

 

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