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Os gaviões do Pará iniciaram por si mesmos contatos com a sociedade nacional nos fins do século passado através de várias aproximações e fugas. Na década de 30 o antigo SPI instalou postos de atração mas a pacificação só se deu nos anos 50 e 60.
Na época habitavam a região do Tocantins de Marabá a Tucuruí. Na década de 80 a rede elétrica da Eletronorte e a ferrovia Carajás passam pelo seu território e os gaviões conquistaram depois de muitas negociações a Reserva Indígena Mãe Maria na BR-222 municípios de Marabá e Bom Jesus do Tocantins. Ali se reúne hoje toda a população gavião representada por três grupos (ou aldeias) outrora separados. Com as indenizações pagas pelas companhias construíram uma só aldeia com casas de madeira e toda uma infra-estrutura. Modernizaram a comercialização da castanha e passaram a utilizar veículos automotores. Com a integração dos três grupos a cultura foi revitalizada e retomaram a prática das cerimônias tradicionais.
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O POVO
| Nome do Povo: Gavião do Pará | |
| País: Brasil | |
| Sua língua: Tambira | |
| População: 333 | |
| Maior Religião: Animista | |
| Cristãos: 0% | |
| Escrituras disponíveis em sua Língua: Trad Em And |
SEU PAÍS
| País: Brasil | |
| População : 157644000 | |
| Religião Principal: Catolicismo | |
| Evangélicos no País: 22140254 (14.6%) | |
| Número de Igrejas no País: 42000 | |
| Número de Missionários no País: 3381 | |
| Liberdade de Pregação: Sim |
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