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Os ninans foram contatados em 58 pela Cruzada de Evangelização Mundial (atual MEVA) ficando estabelecido um posto missionário permanente no Alto Rio Mucajaí. Têm contato com pessoas da FUNAI e esporadicamente com garimpeiros e fazendeiros. Alguns viajam a Boa Vista para comercializar artesanato.
Espalhados em cerca de 10 aldeias ao longo do Mucajaí (RR) em área demarcada desde 91 os ninans são semi-nômades e com raríssimas exceções monolíngües vivendo das roças pesca caça e coleta. Dentre os grupos yanomamis são os menos primitivos em seus hábitos embora mantenham suas tradições culturais.
A MEVA oferece assistência de saúde inclusive treinando atendentes indígenas. Alguns lêem com certa fluência mas devido à expulsão dos missionários em 87 acabaram sendo prejudicados. Após a reabertura do posto o trabalho na escola está lentamente recomeçando com o preparo de monitores indígenas. Alguns crentes têm se levantado dentre os ninans mas encontram forte oposição por parte da própria cultura sendo difícil manterem-se firmes.
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O POVO
| Nome do Povo: Yanomami (Ninam) | |
| País: Brasil | |
| Sua língua: Ninam (Yanonomami) | |
| População: 500 | |
| Maior Religião: Animista | |
| Cristãos: 0% | |
| Escrituras disponíveis em sua Língua: Trad Em And |
SEU PAÍS
| País: Brasil | |
| População : 157644000 | |
| Religião Principal: Catolicismo | |
| Evangélicos no País: 22140254 (14.6%) | |
| Número de Igrejas no País: 42000 | |
| Número de Missionários no País: 3381 | |
| Liberdade de Pregação: Sim |
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